O escritor Victor Hugo de Araújo Barbosa, a levar consigo, quiçá presa à orelha, a sua pena cada vez mais afiada, está de casa nova. É o blog Ruinaria, que se abre às visitas dos caros leitores, e de cara nos brinda com a excelente prosa Pedra Fundamental, bem como o conto, que me lembrou a desenvoltura de Aldous Huxley e a engenhosidade de Thomas Pynchon, intitulado Memórias de Fungo. E deixo claro, para o bem geral da sanidade, que a citação dos respectivos autores inglês e estadunidense nada tem a ver com aquelas equiparações sem propósito que a ausente crítica literária moderna, os críticos musicais aloprados de plantão, e por aí vai, estão acostumados a fazer. E, sim, humilde lembrança sem eira nem beira.
Já tornei notória aos fortuitos e queridos visitantes desse sítio, a minha boa opinião sobre a literatura que escorre, como se fora fácil, dos dedos do Victor. A atualidade dos seus textos, diria visceral, a sua honestidade e precisão, resultam em “experimentos” generosos, e arrebatadores.
Não me referiria ao Victor usando a expressão “escritor promissor”, pois não o vejo como um "escritor de futuro", e sim, desde já, um dos maiores “entalhadores das palavras” não apenas de sua geração. E não me importa o fato de que ele ainda não tenha publicado livros. Eles surgirão na mesma velocidade em que a progressiva e vertiginosa maturidade desse escritor destila a olhos nus uma trilha muito bem delineada e factual.
“Rasgação de seda” esse post, como se diz? Mas não se vê muito disso por aqui, não é mesmo? Trata-se tão somente da humilde opinião – assim como a lembrança – de quem se orgulha não de sua pobre escrita, mas da “sorte” de ter conhecido pessoas notáveis, sobretudo por seus gênios. É o que vale!
Já tornei notória aos fortuitos e queridos visitantes desse sítio, a minha boa opinião sobre a literatura que escorre, como se fora fácil, dos dedos do Victor. A atualidade dos seus textos, diria visceral, a sua honestidade e precisão, resultam em “experimentos” generosos, e arrebatadores.
Não me referiria ao Victor usando a expressão “escritor promissor”, pois não o vejo como um "escritor de futuro", e sim, desde já, um dos maiores “entalhadores das palavras” não apenas de sua geração. E não me importa o fato de que ele ainda não tenha publicado livros. Eles surgirão na mesma velocidade em que a progressiva e vertiginosa maturidade desse escritor destila a olhos nus uma trilha muito bem delineada e factual.
“Rasgação de seda” esse post, como se diz? Mas não se vê muito disso por aqui, não é mesmo? Trata-se tão somente da humilde opinião – assim como a lembrança – de quem se orgulha não de sua pobre escrita, mas da “sorte” de ter conhecido pessoas notáveis, sobretudo por seus gênios. É o que vale!
Por sua vez, os textos do Victor, merecem muito mais do que o meu infrutífero “bravo!”.
4 comentários:
A modéstias é boa tática de ganhar simpatia.
Deixar passar despercebido o plural equivocado empregado pelo anônimo também me parece boa estratégia.
Opa, detalhe que percebi só agora: é "...de Araujo Barbosa"!
Obrigado pelo apoio. Vê se mantém contato, Daniel. Abraço.
Olá Victor! Bom vê-lo por aqui... mas que imperdoável deslize! Interessante quando escrevemos algo completamente diferente daquilo em que estamos pensando! Seja como for, está corrigido, e obrigado pelo toque! Certamente manteremos contato! Abraço!
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